Perfume de Amor no Ar

Que o amor é tudo, isso é tudo o que sabemos sobre o amor. (Emily Dickinson)

Meu Diário
30/12/2008 14h10
VAMOS DAR LUGAR AO NOVO


Eri Paiva

Na vida, na Natureza, no Universo enfim, nada é permanente, a não ser o processo de renovação. Tudo muda, tudo se transforma, tudo se renova. Isto é uma riqueza! Saber, poder, observar, experimentar, vivenciar  este processo da lei natural de mutação!Compreender isto é fundamental. Estar aberto ao novo, ao vir-a-ser é sentir-se vivo, do contrário estagnamos,

A lei de mutação, os seus desdobramentos e consequências nós sentimos e observamos dia a dia. Há, por vezes, momentos que não percebemos e somos até capazes de jurar que não vimos acontecer esta ou aquela mudança ou transformação.O processo ocorre e temos dificuldades de acompanhar, de perceber e às vezes de aceitar.

Na rotina diária nos deparamos com  observações do tipo: "custa crer que este menino tenha crescido tanto";  "anoiteceu e eu nem notei"; "nossa, o Ano já está findando!..." e assim vai se dando o processo quer queiramos quer não. Estamos nele, mergulhados nele, somos parte dele. Tudo nos diz respeito! Somos co-responsáveis pelo que foi, pelo que é, pelo que será.

Estamos vivendo o processo de mudança de tempo, de calendário. Um ano está indo, outro está a caminho. Há um momento em que os dois se encontram. Os últimos segundos de vida de um é a porta de entrada dos primeiros segundos do outro. A mudança não se dá no vazio, Mas na relação. O que chamamos de velho não é nada descartável, imprestável. É o velho que garante a existência do novo. O novo vem de lá, do seu útero. O útero do tempo. O novo se gesta no velho, que lhe dá as coordenadas e, lentamente vai saindo de cena para ver o novo surgir, crescer, brilhar.

No Ano Velho que se vai, vai um pouco de nós, de cada um que o vivenciou, experimentou. Foram nossas idéias, ações, sentimentos, desejos que fizeram esse Ano que agora se tornou velho. O que de bom aconteceu teve nossa participação. Igualmente o que de menos bom ocorreu. Vamos ficar atentos ao novo ano que surge. Interessa-nos viver um Ano Novo com ideias e sentimentos negativos, desanimadores?
É-nos possivel um Ano com justiça e oportunidade para todos quando cruzamos os braços, quando nos fechamos em nosso mundinho e deixamos de colocar à disposição do novo, da mudança o que sabemos, o que temos?

Para que o Ano Novo seja bom eu preciso sê-lo primeiro. Gandhi disse: Seja a mudança que você quer ver no mundo. Taí um homem velho com  uma idéia sempre nova. Está vendo como o problema não está no velho, mas na riqueza acumulada, na sua sabedoria.?! Há quem tenha só conhecimento e há quem tenha conhecimento e sabedoria. São estes últimos que melhor contribuem para o novo acontecer.

 


Publicado por Eri Paiva em 30/12/2008 às 14h10
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11/08/2008 05h13
O QUE TE FALTA PARA FAZER O BEM?



Pesquisa cientifica diz: fazer o bem, faz bem! Psicólogos, neurologistas, epidemiologistas afirmam que ajudar o próximo traz benefícios para a saúde de quem ajuda.
Fazer o bem é bom para o coração, o sistema nervoso, o sistema imunológico. Faz a pessoa viver mais tempo e melhora a vitalidade de um modo geral.
Segundo os pesquisadores, ao fazer o bem, despertamos gratidão e afeto, sentimentos que nos provocam uma sensação de bem estar. Essa sensação poderia ser causada pelas endorfinas, uma substância produzida naturalmente pelo cérebro e que nos coloca em estado de alegria e felicidade.
Mas o contrário também é verdadeiro: a hostilidade, que é o oposto do altruísmo, coloca nossa saúde em risco. A pesquisa revelou que quanto mais hostil a pessoa é, tanto mais fechada são as suas artérias coronárias e maior o risco de doenças do coração. Eis o recado da ciência! Ocupa-te com o outro, com o próximo.
Sê voluntário! Sê altruísta. O altruísmo que faz uma pessoa se ocupar ou se doar aos outros, por livre e espontânea vontade, além de ter um profundo efeito social, garante mais saúde para você. 


O QUE TE FALTA PARA FAZER O BEM?
Eri Paiva


Faz o bem!
Faz sem olhar a quem!
Faz se queres que o outro te faça também.

O bem é um sentimento de eterno valor,
De efeito multiplicador.
Quanto mais bem, mais amor!
Mais bem e mais amor é igual a menos dor
E mais felicidade, sim senhor!!!

Quem o bem faz,
Fica tranquilo e em paz
E sempre desejoso de fazer mais.

Quem ao bem devota cuidado
É sempre o primeiro a ser beneficiado,
É como quem procurou
Acender uma vela que o ambiente clareou.
Ele foi o primeiro que se iluminou!

Então quem o bem cuida em fazer
É o primeiro a receber
Beneficio e o teve por merecer.

Existe bem maior
Do que um coração feliz
Pelo bem que praticou?
Experimenta tu também,
Fazer o bem,
Seja lá a quem for.

Vai com o bem procedendo
E do tempo independendo.
Qualquer tempo vai lhe rendendo
Vantajoso dividendo!

Que tempo tu tens
Para fazer o bem?

Se o bem tu o tens,
Se o bem não te custa um vintém,
Se o tempo é o que te convém,
Se ao teu lado há sempre alguém.
Então, o que te falta para fazer o bem?

Natal/RN/Brasil
Em 10.07.2008


Publicado por Eri Paiva em 11/08/2008 às 05h13
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11/08/2008 04h06
CORAL INFANTO-JUVENIL O CANTO DO ROUXINOL


O Projeto Coral Infanto-Juvenil “O Canto do Rouxinol” pretende valorizar a criança enquanto SER, estimulando a sua auto-estima e contribuindo para a transformação de suas atitudes e educação para a cidadania.
Objetivos Específicos:
• Desenvolver o senso rítmico e melódico das crianças;
• Resgatar canções infantis de nosso cancioneiro popular;
• Resgatar um repertório sacro, folclórico e cívico;
• Preparar as crianças para comemorações cívicas, folclóricas e religiosas;
• Sensibilizar e aguçar o ouvido musical;
• Integrar as crianças no trabalho comunitário;
• Sublinhar os valores de cidadania;
• Incentivar a postura estudantil;
• Auxiliar na formação pessoal e social das crianças;

Lançado oficialmente na comunidade em 2006, por ocasião das comemorações do Dia da Criança, o Coral tem 30 crianças cadastradas que é o nosso número limite, entre 7 e 14 anos. Sua primeira apresentação se deu no ano seguinte na Festa comemorativa do Dia das Mães na sede do Conselho Comunitário de Boa Saúde, uma ONG comunitária sob a nossa Direção. 

Uma vez por semana estamos com as crianças para realizar os ensaios das músicas que deverão apresentar nos eventos ou datas vivenciados pela comunidade. Além dos ensaios proporcionamos momentos de lazer e brincadeiras e lhes oferecemos um lanche antes de liberá-las e encaminhá-las para as suas casas. 

O Projeto se mantém às nossas expensas e conta com a participação solidária de parentes, amigos e comunitários. Cada um e a seu modo dispensa seja talento, serviço ou material no sentido de ajudar e contribuir para que o Bem aconteça na vida das crianças. 

É imperioso hoje que realizemos ações solidárias. O mundo, a vida estão a exigir que se adote atitudes e posturas de compromisso com a felicidade e o bem estar da humanidade. E isto se começa junto aqueles que estão mais próximos de nósl Olhemos ao nosso redor ... E façamos o bem, sem olhar a quem.


Publicado por Eri Paiva em 11/08/2008 às 04h06
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22/07/2008 18h42
O CANTO DO ROUXINOL



O ROUXINOL, um passarinho pequetitinho e muito cantador é originário da América do Sul, América do Norte e Europa. Seu canto é mavioso e encantador. Entre nós costuma-se chamar de rouxinol a pessoa que canta e encanta com sua voz.

Ave muito conhecida no meio rural, fazendo festa nos quintais das casas, alimentando-se de frutas, brotos, flores e sementes tem uma plumagem castanho-avermelhado na parte superior e amarelo-creme na parte infeiror e mede entre 15 e 17 centimetros.

A figura do Rouxinol, o seu cantar mavioso e a familiaridade com que  se postam nos nossos quintais, inspirou-nos a dar um nome muito bonito e simpático ao Coral Infanto-Juvenil da comunidde de Boa Saúde/Rn/Brasil - O CANTO DO ROUXINOL, projeto idealizado e criado por nós e mantido
 às nossas expensas e à participação solidária de nossos parentes e amigos.

Acompanhe na página seguinte o nosso trabalho.


Publicado por Eri Paiva em 22/07/2008 às 18h42
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15/07/2008 17h29
A CRIANÇA EM MIM


Hoje é o aniversário de minha netinha Alana. Fazendo seus sete aninhos. É a segunda das  quatro netas. Sou vó coruja. Amo-as muito. Moramos relativamente perto e estamos sempre em contato. Gosto de ocupar meu tempo com elas.  De brincar, de ensinar, de preparar-lhes o alimento. De escutar as peratilces de cada uma e, se contadas por elas próprias, com todos os acréscimos possíveis e imaginários, me divirto prá valer. 

Adoro crianças. Vejo nas minhas netas
as crianças outras, as crianças brasileiras, as crianças do mundo.Todas lindas e belas, de alma pura. Muitas de coraçãozinho ferido, abandonado... Ver uma criança sempre me emociona muito. Estar com elas me dá muito prazer, muito calor. Me sinto mais gente e gente feliz. 

Tenho um grupo de crianças com as quais me encontro semanalmente. Moram numa cidadezinha do interior onde fico dois, às vezes três dias por semana, como voluntária. São meus rouxinoizinhos porque participam do Coral O Canto do Rouxinol. Outro momento lhes apresentarei.

Voltemos a Alana. Vamos, agora à noite, em familia comemorar com um jantar no Restaurante Camarões, o seu aniversário. Está quase na minha hora. Antes de sair quero deixar registrado esta poesia, que dedico à minha netinha e às crianças com as quais trabalho em Boa Saúde/RN.



A CRIANÇA EM MIM
Eri Paiva

Cresci mas nem tudo perdi
Da criança que um dia fui
No jogo da vida pressinto
Quando meu coração intui
Vez por outra criança ser
Para ser feliz e não sofrer

Às vezes aflora em mim
Aquela criança de outrora
Que bate o pé e que chora
Que espera colinho, sim
Que quer de lado, juntinho
A quem lhe faça carinho

Criança que às vezes sou
Fica de mal e se ressente
Para logo mais esquecer
É como criança inocente
A minha criança interior
Brigou, arengou, passou

Fico olhando criancinhas
De forma feliz, enlevada
E aí minha criança me diz
É tão bom sentir-se amada
Por isso ela resolveu optar
Com as crianças trabalhar

Menina que agora sou
Vou jogar bola e pular,
Brincar de amarelinha,
Sentar no chão, conversar
Contar estórias, dançar
E mentirinhas desculpar

Em 28.04.2008


Publicado por Eri Paiva em 15/07/2008 às 17h29
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